Está em todos os cantos.
Em cada esquina em cada beco.
Na tua casa,em seu suspiro,em cada fala em todo olhar.
Na parada do obrigatório,na passagem do proibido.
Na sala de cada predio,em toda casa ,favela ou cortiço.
Na solidão,ou em meio à multidão.
No gole de cada bebida,tragada de todo cigarro.
No freio de qualquer carro,cantada de qualquer pneu.
Não é concreto,e seu abstrato incomoda e assusta.
Mesmo assim ficamos sempre calados,esperando que melhore.
Está no ar,só não se sabe,quando ira explodir.
23/10/93
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Palavras,calando dentro de aflições.
Se péço suas palavras,ouço-as com atenção.
Se as dispenso,de me o direito de pedir que se cale!
Se estiver no palco,permita que eu saia.
Se me afasto dos seus reclamos,deixa me ir.
Quando quiseres o mesmo,me faça entender que o quer.
Mas não me atinja com seus gritos.
Nunca conseguiremos que a chuva caia se não estiver para chover.
Jamais impediremos que anoiteça!
Se o que busco não podes me oferecer,deixe que`me lambuze dentro de meu própio entristecer.
Não estendas suas mãos para me tirar do chão,se em seguida cóbras que sujou as suas.
De que adianta pular dentro dágua para salvar alguém se não sabes nadar?
De nada adiantaria,poderia ficar por la.
A correnteza pode ser forte,e se a água puder,devolvera o ser enxarcado.
Fazemos o que podemos,e muitas vezes o que não podemos também,mas se for para cobrar...........
Estar vigilante se faz importante para sómente o possível.
O feito atirado na face,humilha e fica latente.
Não busco palavras perfeitas,escrevo sómente meu coração,minha emoção.
Não busco rostos perplexos,se mostram pra mim diariamente.
Busco tão sómente almas menos doídas,mudanças que não sejam tardias.
Noites sem agonias,sonhos com magia.
O arco iris é perfeito,as estrelas encantamento.
A lua cheia orgulha se de seu brilho,e o sol pode aquecer o frio de almas gélidas.
Quando vai chegar a chuva,os trovões avisam aos céus,que vai descarregar suas dores.
Estrelas,lua,arco iris, se encolhem ao seu dominio,e quietos esperam seu abrandar.
Não busco imagens douradas,ou castelos imponentes,busco sómente o tempo da cura,o abandono da furia,o dia seguinte,procurando risos mais largos,e escancarados.
Busco pegadas no barro,fechando o grito no peito,caminhos sem curvas,para não errar o buscar.
Ruas calmas,sombras frescas,ventos à me enlaçar.
Paredes fórtes,se preciso for poder me encostar.
Espero que chegue sempre o sól à brilhar.
Me aquieto penso e reflito.
Mesmo que um simples e timido passo,poderá se alargar,e poderei ainda escolher,quem de fato aceitarei ouvir.
Sempre fazer o possivel,para nunca cobrar e até humilhar.
A correnteza é forte,.............
Se as dispenso,de me o direito de pedir que se cale!
Se estiver no palco,permita que eu saia.
Se me afasto dos seus reclamos,deixa me ir.
Quando quiseres o mesmo,me faça entender que o quer.
Mas não me atinja com seus gritos.
Nunca conseguiremos que a chuva caia se não estiver para chover.
Jamais impediremos que anoiteça!
Se o que busco não podes me oferecer,deixe que`me lambuze dentro de meu própio entristecer.
Não estendas suas mãos para me tirar do chão,se em seguida cóbras que sujou as suas.
De que adianta pular dentro dágua para salvar alguém se não sabes nadar?
De nada adiantaria,poderia ficar por la.
A correnteza pode ser forte,e se a água puder,devolvera o ser enxarcado.
Fazemos o que podemos,e muitas vezes o que não podemos também,mas se for para cobrar...........
Estar vigilante se faz importante para sómente o possível.
O feito atirado na face,humilha e fica latente.
Não busco palavras perfeitas,escrevo sómente meu coração,minha emoção.
Não busco rostos perplexos,se mostram pra mim diariamente.
Busco tão sómente almas menos doídas,mudanças que não sejam tardias.
Noites sem agonias,sonhos com magia.
O arco iris é perfeito,as estrelas encantamento.
A lua cheia orgulha se de seu brilho,e o sol pode aquecer o frio de almas gélidas.
Quando vai chegar a chuva,os trovões avisam aos céus,que vai descarregar suas dores.
Estrelas,lua,arco iris, se encolhem ao seu dominio,e quietos esperam seu abrandar.
Não busco imagens douradas,ou castelos imponentes,busco sómente o tempo da cura,o abandono da furia,o dia seguinte,procurando risos mais largos,e escancarados.
Busco pegadas no barro,fechando o grito no peito,caminhos sem curvas,para não errar o buscar.
Ruas calmas,sombras frescas,ventos à me enlaçar.
Paredes fórtes,se preciso for poder me encostar.
Espero que chegue sempre o sól à brilhar.
Me aquieto penso e reflito.
Mesmo que um simples e timido passo,poderá se alargar,e poderei ainda escolher,quem de fato aceitarei ouvir.
Sempre fazer o possivel,para nunca cobrar e até humilhar.
A correnteza é forte,.............
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Sempre,até o findar
Primeiros passos,primeiro abraço.
Brinquedos quebrados,choro, alguém gritou!
Crianças,adultos,dificuldades.
Mas sonhos sempre atè o findar.
Caminhando juntos,aprendendo à andar.
Fazer um bom trabalho,uma pequena casa,um jardim em flôr,e um grande amor.
Para as crianças,o homem pai,o companheiro.
Palavras cálidas,sorriso em cor viver sem dor.
Sonhando sempre,com pés na térra.
Seguir na busca do que possivel for.
Até o findar e poder nunca parar.
Cair mas se levantar,seguir e continuar à buscar.
Acordar e poder dormir,chorar mas poder sorrir.
Se magoar mas poder perdoar.
Até o findar ,mas querer e insistir,até tudo se ir.
Brinquedos quebrados,choro, alguém gritou!
Crianças,adultos,dificuldades.
Mas sonhos sempre atè o findar.
Caminhando juntos,aprendendo à andar.
Fazer um bom trabalho,uma pequena casa,um jardim em flôr,e um grande amor.
Para as crianças,o homem pai,o companheiro.
Palavras cálidas,sorriso em cor viver sem dor.
Sonhando sempre,com pés na térra.
Seguir na busca do que possivel for.
Até o findar e poder nunca parar.
Cair mas se levantar,seguir e continuar à buscar.
Acordar e poder dormir,chorar mas poder sorrir.
Se magoar mas poder perdoar.
Até o findar ,mas querer e insistir,até tudo se ir.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Como um ladrão!
Agosto de 2006.
Tudo volta de-repente!
Chega como se fosse um ladrão.
O coração dispara a boca séca, a cabeça pesa e o peito se cansa.
Chega como um bicho, parecendo um dragão.
O mundo gira ,passa um filme e sua pressa aumenta.
Precisa se deitar, parece que irá morrer.
Onze anos de tortura!
Cansaço desespero ,onze anos, vai acabar?
Se desconhece, não entende.
Quanto tempo mais? como um bicho sarnento!
Igual a um cão que late, todos dela se cansaram, e ela desesperada.
Chega e a fere, a mata aos poucos.
se joga na cama, se faz desespero se chama angustia, vira agonia.
Chega assim....estalando os dedos, acaba o sossego, mas era tão pouco!
Sempre é pouco, alguns momentos , poucos instantes.
O peito se esmaga a garganta sufoca, o corpo se estica.
Pensa na morte , esta indo, se encolhe na cama, me deixa! desassosego, solidão, quer comer!
Abre um livro, pega uma revista, liga a tv.
Alguém me escute, faça algo por mim!
Ninguém pode, não há nada à fazer, só esperar!
O ladrão terá que desaparecer!
Até que volte novamente, e com ele o recomeço do inferno em vida.
Até quando será? vai se acabar, como um monstro chega e se ocupa de tudo, da mente, dos atos e das vontades, de nada!
Escreve, se agita parece delirar, lucida, dói muito, como ferida de carne viva.
Onze anos, dolorosos onze anos.
Chega assim, num lampejo!
Um nó na garganta, o peito se smaga.
Os ólhos tempestuam águas salgadas, quentes, escorrem , misturam se com o suor gelado, cálido, cansado de molhar, o corpo inerte, quase ausente, sem presente, muito a caminhar.
Como se fosse um ladrão, roubando sua vida, pois só tem sóbra de vida.
Se deita e se levanta, tenta caminhar, mas não dá, e assim resolve esperar.
Que parta, a deixe descansar, até que consiga dele se livrar. será??????????
Tudo volta de-repente!
Chega como se fosse um ladrão.
O coração dispara a boca séca, a cabeça pesa e o peito se cansa.
Chega como um bicho, parecendo um dragão.
O mundo gira ,passa um filme e sua pressa aumenta.
Precisa se deitar, parece que irá morrer.
Onze anos de tortura!
Cansaço desespero ,onze anos, vai acabar?
Se desconhece, não entende.
Quanto tempo mais? como um bicho sarnento!
Igual a um cão que late, todos dela se cansaram, e ela desesperada.
Chega e a fere, a mata aos poucos.
se joga na cama, se faz desespero se chama angustia, vira agonia.
Chega assim....estalando os dedos, acaba o sossego, mas era tão pouco!
Sempre é pouco, alguns momentos , poucos instantes.
O peito se esmaga a garganta sufoca, o corpo se estica.
Pensa na morte , esta indo, se encolhe na cama, me deixa! desassosego, solidão, quer comer!
Abre um livro, pega uma revista, liga a tv.
Alguém me escute, faça algo por mim!
Ninguém pode, não há nada à fazer, só esperar!
O ladrão terá que desaparecer!
Até que volte novamente, e com ele o recomeço do inferno em vida.
Até quando será? vai se acabar, como um monstro chega e se ocupa de tudo, da mente, dos atos e das vontades, de nada!
Escreve, se agita parece delirar, lucida, dói muito, como ferida de carne viva.
Onze anos, dolorosos onze anos.
Chega assim, num lampejo!
Um nó na garganta, o peito se smaga.
Os ólhos tempestuam águas salgadas, quentes, escorrem , misturam se com o suor gelado, cálido, cansado de molhar, o corpo inerte, quase ausente, sem presente, muito a caminhar.
Como se fosse um ladrão, roubando sua vida, pois só tem sóbra de vida.
Se deita e se levanta, tenta caminhar, mas não dá, e assim resolve esperar.
Que parta, a deixe descansar, até que consiga dele se livrar. será??????????
Sómente mais uma noite.
Volta cansada,caída arcada,pesada e sem glórias.
Mais uma noite entre mil,busca......,vegonha! Alguns chops, enganos ,mentiras, indecente!
Ólhos amigos ,cansados incompreendidos.
Não !não é isso!
Mente retorcida poluída, perfume sem essência.
Olhos de crença, convencida penalizada, acredita, conversas rasgadas, tecido podre, junto com o despertar.
Mil noites jogadas em ruas fetídas, botecos podres, pontos de onibus vazios, com medo da térra se abrir, e ser trgada, sem ter a chance de voltar à enxergar. Assaltada dentro da condução, por causa de um homem que aviltou sua alma, roubou sua paz, levou seus segredos, carregou seu sossego, arrastou sua dor, condenou sua visão, mas nunca levou sua esperança e, nem roubou sua criança!
Findaram se as noites, acabaram se os dias, de tortura e aflições.
Mas ainda assim resta um pedaço, de uma dor malvada, que carrega dentro do peito, mas que aos poucos sente sua evasão e, o tempo largo que se passa, à carrega para o deserto, e o findar se fará poeira, em areias quentes, à se escaldar.
Mais uma noite entre mil,busca......,vegonha! Alguns chops, enganos ,mentiras, indecente!
Ólhos amigos ,cansados incompreendidos.
Não !não é isso!
Mente retorcida poluída, perfume sem essência.
Olhos de crença, convencida penalizada, acredita, conversas rasgadas, tecido podre, junto com o despertar.
Mil noites jogadas em ruas fetídas, botecos podres, pontos de onibus vazios, com medo da térra se abrir, e ser trgada, sem ter a chance de voltar à enxergar. Assaltada dentro da condução, por causa de um homem que aviltou sua alma, roubou sua paz, levou seus segredos, carregou seu sossego, arrastou sua dor, condenou sua visão, mas nunca levou sua esperança e, nem roubou sua criança!
Findaram se as noites, acabaram se os dias, de tortura e aflições.
Mas ainda assim resta um pedaço, de uma dor malvada, que carrega dentro do peito, mas que aos poucos sente sua evasão e, o tempo largo que se passa, à carrega para o deserto, e o findar se fará poeira, em areias quentes, à se escaldar.
sem.
Procura tua infância,busca suas cores.
Se veste de revolta,e amarga se em dores.
Acredita nos caminhos,alarga os passos em noite umida.
Recebe um presente da lua,que ilumina novamente seus sonhos em canção.
Se veste de revolta,e amarga se em dores.
Acredita nos caminhos,alarga os passos em noite umida.
Recebe um presente da lua,que ilumina novamente seus sonhos em canção.
sábado, 1 de dezembro de 2007
Orgia.
Está em tudo!
No sexo no comer e no abandono.
Mesa posta ja sem espaço.
Cama arrumada sem descompasso.
Abandono sem remorso.
No gasto sem trégua,e ficando sem água.
No desperdicio e ficando sem luz.
No orgulho magoado,no ciúme de tudo.
Orgia da compra,orgia no fogão,no refrigerante do abandono da vaidade.
Do sexo sem amor e paixão.
No total descalabro,em seguida a ressaca moral.
Orgia do cigarro das drogas e do alcool.
Do armario tão cheio de roupas e sapatos,de comida e guloseimas,pois seu eu está perdido.
Desamado e desencantado,amassado e revoltado.
Jogando se no creme do sonho,mas não de tentar estar bem,no creme de sonho de comer.
No pesadelo de dormir,e no medo do acordar,mas sem querer morrer
Uma orgia desenfreada,por que a pergunta é essa:fazer o quê?
Comer,beber fumar e transar.
Se esconder,fugir de si,se abandonar e abandonar.
Se desmontar e se entregar.
Reclamar e reclamar,de quê?
Do medo de se entender e se ajudar,da raiva que se apodera e aniquila.
Soltar,deixar correr,nada pode se prender.
Tudo vem se tiver que ser,tudo vai se tiver que se perder.
Pela manhã um bom dia e um café.
Fazer por merecer e acontecer,curar a raiva e não esmorecer,pois quando chegada a hora,nada se podera fazer.
No sexo no comer e no abandono.
Mesa posta ja sem espaço.
Cama arrumada sem descompasso.
Abandono sem remorso.
No gasto sem trégua,e ficando sem água.
No desperdicio e ficando sem luz.
No orgulho magoado,no ciúme de tudo.
Orgia da compra,orgia no fogão,no refrigerante do abandono da vaidade.
Do sexo sem amor e paixão.
No total descalabro,em seguida a ressaca moral.
Orgia do cigarro das drogas e do alcool.
Do armario tão cheio de roupas e sapatos,de comida e guloseimas,pois seu eu está perdido.
Desamado e desencantado,amassado e revoltado.
Jogando se no creme do sonho,mas não de tentar estar bem,no creme de sonho de comer.
No pesadelo de dormir,e no medo do acordar,mas sem querer morrer
Uma orgia desenfreada,por que a pergunta é essa:fazer o quê?
Comer,beber fumar e transar.
Se esconder,fugir de si,se abandonar e abandonar.
Se desmontar e se entregar.
Reclamar e reclamar,de quê?
Do medo de se entender e se ajudar,da raiva que se apodera e aniquila.
Soltar,deixar correr,nada pode se prender.
Tudo vem se tiver que ser,tudo vai se tiver que se perder.
Pela manhã um bom dia e um café.
Fazer por merecer e acontecer,curar a raiva e não esmorecer,pois quando chegada a hora,nada se podera fazer.
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