Mais nada mesmo!
De mim de tudo ou de nada.
Da lua ou do sol, de rosas ou arco iris, das plantas ou das crianças abandonadas e perdidas em seu desencanto.
Nada sei mais dos meus passos e caminhos, se terá estrelas no anoitecer ou se fára frio em minha alma.
Dói a vida, a vida me dói.
Me aflige a casa desarrumada, as camas desalinhadas, meu corpo abandonado.
Meu choro faz arderem meus ólhos, minhas angustias se fortalecem na alma cansada e enrugada pelo tempo.
Vou com minhas dores me arrastando, para que pelas minhas pequenas, eu póssa fazer algo.
Uma solidão dentro de minha alma, aperta meu peito triste, os sonhos se foram os amores se acabaram.
Não sei de nada, mais nada eu sei.
O que farei, o que serei, onde estarei amanhã.
De tudo que se foi e está indo, só sei o que fiz e o quanto eu quis ser feliz.
Não deu, ou deu, nada mais sei, são dores mil saudades doídas e anos de buscas.
Não me pergunte o que farei amanhã.
sábado, 12 de julho de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
caminhos.
Ódio e amor, caminham em estradas diferentes,separados pelo fio de uma navalha.
Rasgam a carne pela raiva que consome, um pela dor de amar impotente o outro por querer destruir.
O caminho do ódio póde nos destruir, e atingir à quem amamos.
Pelo desespero de querer acertar, dar amor ao nosso bem querer, podemos nos sujar de sangue, estando com a alma em vermelhidão, escondida em angustia velada pela cabeça pensante em acertar.Pensando em fazer desabrochar o que está escondido e reinante, maculando a mente pura e ingenua de um olhar inocente, mas alerto e atento, querendo apenas ser amado.
O ódio encravado pela vida que o machuca, adultos que trazem os ólhos abértos mas não enxergam o mal que estão fazendo.
Ouvem mas não escutam o grito de dor e o pedido de socorro, pois está sendo sufocado, por coisas que sente mas não entende porque acontecem.
Em tróca ao amor desmedido que recebe, devolve o ódio por não conseguir dar o amor que sente, simplesmente por não ter em suas mãos, o controle de sua individualiade, e não poder decidir como e à quem quer entregar seu amor.
Caminha em estrada com os dois sentimentos no fio da navalha, ama sem poder demosntrar, sente raiva sem poder dizer.
Em sua confusão de sentimentos, busca sómente ser feliz, e quer apenas à alegria de poder continuar no caminho do amor.
Rasgam a carne pela raiva que consome, um pela dor de amar impotente o outro por querer destruir.
O caminho do ódio póde nos destruir, e atingir à quem amamos.
Pelo desespero de querer acertar, dar amor ao nosso bem querer, podemos nos sujar de sangue, estando com a alma em vermelhidão, escondida em angustia velada pela cabeça pensante em acertar.Pensando em fazer desabrochar o que está escondido e reinante, maculando a mente pura e ingenua de um olhar inocente, mas alerto e atento, querendo apenas ser amado.
O ódio encravado pela vida que o machuca, adultos que trazem os ólhos abértos mas não enxergam o mal que estão fazendo.
Ouvem mas não escutam o grito de dor e o pedido de socorro, pois está sendo sufocado, por coisas que sente mas não entende porque acontecem.
Em tróca ao amor desmedido que recebe, devolve o ódio por não conseguir dar o amor que sente, simplesmente por não ter em suas mãos, o controle de sua individualiade, e não poder decidir como e à quem quer entregar seu amor.
Caminha em estrada com os dois sentimentos no fio da navalha, ama sem poder demosntrar, sente raiva sem poder dizer.
Em sua confusão de sentimentos, busca sómente ser feliz, e quer apenas à alegria de poder continuar no caminho do amor.
sábado, 19 de janeiro de 2008
precisando aceitar.
Que outrora já foi jovem,hoje tenta se acostumar à chegada da velhice.
O corpo esbelto e o desejo ardente,calando no doce momento de entregas.
Promessas e promessas,aconchegos e segredos.
Encontros e noites desnudas,pelo abandono dos corpos jogados no desejo da paixão.
Inocencia em cima de credos,ilusão feita de castelos sem serem de areia.
Necessario se faz acreditar para a pura sobrevivencia,mas acredita-se de fato.
As noites ficam mágicas,os dias mais aquecidos.
Preocupaçaõ em agradar,criar novos fatos para conversar.
Beijos ardentes,corpos se encontrando em esquinas floridas e sossegadas.
Passa o tempo,passa o amor,acabou!
Outros chegam,e se vão.
O tempo escandalosamente se esvai,corre como agua de chuva tempestuosa.
A pele vai ressecando,manchas aparecendo,o corpo começa à se cansar!
O desejo está presente,o corpo atento pensa em caricias.
A vida consome,com perdas cuidar de crianças e esperar o momento certo,que nunca chega,e talvez jamais chegará.
Ficam os sonhos,a esperança de poder beijar,relembrar o que seja se enamorar,isso foi la traz,acabou!
Tristemente se pensa em desistir de tudo,mas precisam dela,e continua à envelhecer e cuidar.
Ficam guardadas as lembranças,os momentos unicos e maravilhosos,pois felicidade saõ apenas momentos!
O corpo esbelto e o desejo ardente,calando no doce momento de entregas.
Promessas e promessas,aconchegos e segredos.
Encontros e noites desnudas,pelo abandono dos corpos jogados no desejo da paixão.
Inocencia em cima de credos,ilusão feita de castelos sem serem de areia.
Necessario se faz acreditar para a pura sobrevivencia,mas acredita-se de fato.
As noites ficam mágicas,os dias mais aquecidos.
Preocupaçaõ em agradar,criar novos fatos para conversar.
Beijos ardentes,corpos se encontrando em esquinas floridas e sossegadas.
Passa o tempo,passa o amor,acabou!
Outros chegam,e se vão.
O tempo escandalosamente se esvai,corre como agua de chuva tempestuosa.
A pele vai ressecando,manchas aparecendo,o corpo começa à se cansar!
O desejo está presente,o corpo atento pensa em caricias.
A vida consome,com perdas cuidar de crianças e esperar o momento certo,que nunca chega,e talvez jamais chegará.
Ficam os sonhos,a esperança de poder beijar,relembrar o que seja se enamorar,isso foi la traz,acabou!
Tristemente se pensa em desistir de tudo,mas precisam dela,e continua à envelhecer e cuidar.
Ficam guardadas as lembranças,os momentos unicos e maravilhosos,pois felicidade saõ apenas momentos!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
ESTAR NÃO É SER!
A PRIMEIRA VEZ, A LUZ O CHORO DA DOR, E COMEÇAR À MORRER.
MORBIDEZ DIZER A VERDADE?
DESNUDO, FRÁGIL E CHORANDO MUITO.
ESTAR VIVO NÃO NECESSARIAMENTE É SE ESTAR VIVENDO.
MORRER NÃO É SÓMENTE FECHAR OS ÓLHOS PARA SEMPRE.
ESTAR VIVO É PODER SE ESTAR MORTO, ESTAR MORTO É ESTAR MORTO!
PARA SE ESTAR VIVENDO PRECISA-SE DE MUITA VIDA, E COISAS PARA SE CONTINUAR.
QUANDO SE PARTE , SE VAI SÓ, COMO SE CHEGA, SÓ.
A NUDES E A VESTIMENTA, UMA PEQUENA DIFERENÇA.
VIVER PODE SER pequeno ou GRANDE.
BOCEJAR,SE ESPREGUIÇAR,COMER E DORMIR,SONHAR AMAR,SORRIR,VER TV TRABALHAR,CANTAR DANÇAR,BEBER,CHORAR E SOFRER,E DAI?
ESTAR VIVO É MUITO MAIS,MUITO MAIS!
POSTURA DE VIDA, CARATER, HUMILDADE,CUMPLICIDADE, VERDADES.
O ABRAÇO SINCÉRO, O SEGREDO GUARDADO, A SURPRESA DE AMIGO.
CAMINHAR ANDANDO, NUNCA SE ARRASTANDO, O BOM DIA DE DENTRO, SEM DEMAGOGIA, A MÃO ESTENDIDA SEM PENSAR, QUE MORRA!
VIVER SEM FALA SEM TEXTO, SEM AMIZADE, SEM CARIDADE, COMPREENSÃO, SEM ENTENDER, PERDOAR, CRESCER BUSCAR APRENDER, SE DESCULPAR, MANDAR, HUMILHAR, MELHOR QUE SE VÁ!
ESTAR VIVO PÓDE TAMBÉM SER ESTAR MORTO!
MORBIDEZ DIZER A VERDADE?
DESNUDO, FRÁGIL E CHORANDO MUITO.
ESTAR VIVO NÃO NECESSARIAMENTE É SE ESTAR VIVENDO.
MORRER NÃO É SÓMENTE FECHAR OS ÓLHOS PARA SEMPRE.
ESTAR VIVO É PODER SE ESTAR MORTO, ESTAR MORTO É ESTAR MORTO!
PARA SE ESTAR VIVENDO PRECISA-SE DE MUITA VIDA, E COISAS PARA SE CONTINUAR.
QUANDO SE PARTE , SE VAI SÓ, COMO SE CHEGA, SÓ.
A NUDES E A VESTIMENTA, UMA PEQUENA DIFERENÇA.
VIVER PODE SER pequeno ou GRANDE.
BOCEJAR,SE ESPREGUIÇAR,COMER E DORMIR,SONHAR AMAR,SORRIR,VER TV TRABALHAR,CANTAR DANÇAR,BEBER,CHORAR E SOFRER,E DAI?
ESTAR VIVO É MUITO MAIS,MUITO MAIS!
POSTURA DE VIDA, CARATER, HUMILDADE,CUMPLICIDADE, VERDADES.
O ABRAÇO SINCÉRO, O SEGREDO GUARDADO, A SURPRESA DE AMIGO.
CAMINHAR ANDANDO, NUNCA SE ARRASTANDO, O BOM DIA DE DENTRO, SEM DEMAGOGIA, A MÃO ESTENDIDA SEM PENSAR, QUE MORRA!
VIVER SEM FALA SEM TEXTO, SEM AMIZADE, SEM CARIDADE, COMPREENSÃO, SEM ENTENDER, PERDOAR, CRESCER BUSCAR APRENDER, SE DESCULPAR, MANDAR, HUMILHAR, MELHOR QUE SE VÁ!
ESTAR VIVO PÓDE TAMBÉM SER ESTAR MORTO!
sábado, 22 de dezembro de 2007
ah!minha cabeça, mas eu amo voce,meu menino Cauê.
Esta tonta confusa,aflige o peito vem mil perguntas,quantas?
Parece areiar esfumaçar, vai suportar?
Desencadeia,esquenta,inquieta-se,mais perguntas?
Agora milhares,como será? suportará?
Quero descansar,continuar e acreditar.
Mal demais fizeste,agora se angustias.
Nada,nem por alguns segundos.
Não percebeu nada entendeu, mas se calou e nada perguntou.Ficam as cabeças desesperadas,com corações apertados e maõs atadas.
Esperamos respostas propostas,quem as dará?
Preciso descansar,mas continuar, pois meu amor é labareda é vulcão em erupção.
Menino doce e inteligente,tudo te afligindo, e alguns pecando contigo,mas estou aqui.
Conte comigo,ainda estou por pérto,nunca se esqueça,desse meu amor eterno!
Parece areiar esfumaçar, vai suportar?
Desencadeia,esquenta,inquieta-se,mais perguntas?
Agora milhares,como será? suportará?
Quero descansar,continuar e acreditar.
Mal demais fizeste,agora se angustias.
Nada,nem por alguns segundos.
Não percebeu nada entendeu, mas se calou e nada perguntou.Ficam as cabeças desesperadas,com corações apertados e maõs atadas.
Esperamos respostas propostas,quem as dará?
Preciso descansar,mas continuar, pois meu amor é labareda é vulcão em erupção.
Menino doce e inteligente,tudo te afligindo, e alguns pecando contigo,mas estou aqui.
Conte comigo,ainda estou por pérto,nunca se esqueça,desse meu amor eterno!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Está no Ar.
Está em todos os cantos.
Em cada esquina em cada beco.
Na tua casa,em seu suspiro,em cada fala em todo olhar.
Na parada do obrigatório,na passagem do proibido.
Na sala de cada predio,em toda casa ,favela ou cortiço.
Na solidão,ou em meio à multidão.
No gole de cada bebida,tragada de todo cigarro.
No freio de qualquer carro,cantada de qualquer pneu.
Não é concreto,e seu abstrato incomoda e assusta.
Mesmo assim ficamos sempre calados,esperando que melhore.
Está no ar,só não se sabe,quando ira explodir.
23/10/93
Em cada esquina em cada beco.
Na tua casa,em seu suspiro,em cada fala em todo olhar.
Na parada do obrigatório,na passagem do proibido.
Na sala de cada predio,em toda casa ,favela ou cortiço.
Na solidão,ou em meio à multidão.
No gole de cada bebida,tragada de todo cigarro.
No freio de qualquer carro,cantada de qualquer pneu.
Não é concreto,e seu abstrato incomoda e assusta.
Mesmo assim ficamos sempre calados,esperando que melhore.
Está no ar,só não se sabe,quando ira explodir.
23/10/93
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Palavras,calando dentro de aflições.
Se péço suas palavras,ouço-as com atenção.
Se as dispenso,de me o direito de pedir que se cale!
Se estiver no palco,permita que eu saia.
Se me afasto dos seus reclamos,deixa me ir.
Quando quiseres o mesmo,me faça entender que o quer.
Mas não me atinja com seus gritos.
Nunca conseguiremos que a chuva caia se não estiver para chover.
Jamais impediremos que anoiteça!
Se o que busco não podes me oferecer,deixe que`me lambuze dentro de meu própio entristecer.
Não estendas suas mãos para me tirar do chão,se em seguida cóbras que sujou as suas.
De que adianta pular dentro dágua para salvar alguém se não sabes nadar?
De nada adiantaria,poderia ficar por la.
A correnteza pode ser forte,e se a água puder,devolvera o ser enxarcado.
Fazemos o que podemos,e muitas vezes o que não podemos também,mas se for para cobrar...........
Estar vigilante se faz importante para sómente o possível.
O feito atirado na face,humilha e fica latente.
Não busco palavras perfeitas,escrevo sómente meu coração,minha emoção.
Não busco rostos perplexos,se mostram pra mim diariamente.
Busco tão sómente almas menos doídas,mudanças que não sejam tardias.
Noites sem agonias,sonhos com magia.
O arco iris é perfeito,as estrelas encantamento.
A lua cheia orgulha se de seu brilho,e o sol pode aquecer o frio de almas gélidas.
Quando vai chegar a chuva,os trovões avisam aos céus,que vai descarregar suas dores.
Estrelas,lua,arco iris, se encolhem ao seu dominio,e quietos esperam seu abrandar.
Não busco imagens douradas,ou castelos imponentes,busco sómente o tempo da cura,o abandono da furia,o dia seguinte,procurando risos mais largos,e escancarados.
Busco pegadas no barro,fechando o grito no peito,caminhos sem curvas,para não errar o buscar.
Ruas calmas,sombras frescas,ventos à me enlaçar.
Paredes fórtes,se preciso for poder me encostar.
Espero que chegue sempre o sól à brilhar.
Me aquieto penso e reflito.
Mesmo que um simples e timido passo,poderá se alargar,e poderei ainda escolher,quem de fato aceitarei ouvir.
Sempre fazer o possivel,para nunca cobrar e até humilhar.
A correnteza é forte,.............
Se as dispenso,de me o direito de pedir que se cale!
Se estiver no palco,permita que eu saia.
Se me afasto dos seus reclamos,deixa me ir.
Quando quiseres o mesmo,me faça entender que o quer.
Mas não me atinja com seus gritos.
Nunca conseguiremos que a chuva caia se não estiver para chover.
Jamais impediremos que anoiteça!
Se o que busco não podes me oferecer,deixe que`me lambuze dentro de meu própio entristecer.
Não estendas suas mãos para me tirar do chão,se em seguida cóbras que sujou as suas.
De que adianta pular dentro dágua para salvar alguém se não sabes nadar?
De nada adiantaria,poderia ficar por la.
A correnteza pode ser forte,e se a água puder,devolvera o ser enxarcado.
Fazemos o que podemos,e muitas vezes o que não podemos também,mas se for para cobrar...........
Estar vigilante se faz importante para sómente o possível.
O feito atirado na face,humilha e fica latente.
Não busco palavras perfeitas,escrevo sómente meu coração,minha emoção.
Não busco rostos perplexos,se mostram pra mim diariamente.
Busco tão sómente almas menos doídas,mudanças que não sejam tardias.
Noites sem agonias,sonhos com magia.
O arco iris é perfeito,as estrelas encantamento.
A lua cheia orgulha se de seu brilho,e o sol pode aquecer o frio de almas gélidas.
Quando vai chegar a chuva,os trovões avisam aos céus,que vai descarregar suas dores.
Estrelas,lua,arco iris, se encolhem ao seu dominio,e quietos esperam seu abrandar.
Não busco imagens douradas,ou castelos imponentes,busco sómente o tempo da cura,o abandono da furia,o dia seguinte,procurando risos mais largos,e escancarados.
Busco pegadas no barro,fechando o grito no peito,caminhos sem curvas,para não errar o buscar.
Ruas calmas,sombras frescas,ventos à me enlaçar.
Paredes fórtes,se preciso for poder me encostar.
Espero que chegue sempre o sól à brilhar.
Me aquieto penso e reflito.
Mesmo que um simples e timido passo,poderá se alargar,e poderei ainda escolher,quem de fato aceitarei ouvir.
Sempre fazer o possivel,para nunca cobrar e até humilhar.
A correnteza é forte,.............
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